segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Há vida longe do Gol (26)

Quem iniciou no Catarinense de Terra com um Fusca patrocinado pela Vanzin Escapamentos foi o xanxerense Nélio Wustro, que mais tarde trocou o Fusca pelo Passat e depois pelo Gol.
Nélio Wustro ao lado do Fusca 707 da Vanzin Escapamentos no "Cavalo de Aço", em Joaçaba.

Foto: Jornal Auto Pista (maio de 1987) - Acervo pessoal Sidney Andrade

Há vida longe do Gol (25)

O 'estrangeiro' José Huergo Sanches - ou simplesmente "Pepito" Sanches - optou pelo Chevette para iniciar sua carreira nas pistas de terra.
Fez provas brilhantes no Marcas Paranaense nos anos 80 e mais tarde disputou inúmeras provas no asflato, sempre sendo um nome de grande expressão.
O Chevette 32 de "Pepito" Sanches.

Foto: Jornal Auto Pista (dezembro de 1987) - Acervo pessoal Sidney Andrade

Aniversariante do Dia

Hoje vai ter chopp e churrasco em Curitiba, e quem paga a conta é Jaison Correa, grande amigo e um 'doente' pela poeira da terrinha.
Parabéns, felicidades e que em breve aquele carrinho esteja na pista!

A imagem é antiga e o Jaison atualmente está perto do "peso de abate", portanto alguns quilos a mais que nesta imagem.

Foto: Acervo pessoal Francis H. Trennepohl

domingo, 24 de janeiro de 2010

Blog Speed Day - Passo Fundo e Guaporé (VII)

Depois do Fórmula Fiat Kaimann foi a vez de acelerar o Omega Stock Car que pertenceu ao Adalberto Jardim nas temporadas de 1994 a 1997 no Campeonato Brasileiro de Stock Car.
Mas vamos começar por alguns dias antes. Por telefone, o Paulo Trevisan me diz: "Quero te ver andar de Omega e depois "dar um pau" no Beto Pruner ".
Obviamente era uma brincadeira me 'cutucando' pra acelerar, pois precisaria de muitos e muitos anos pra chegar perto da habilidade que a fera citada tem ao volante do Omega na terra.
Na sexta feira, assim que entramos no pátio do Museu do Automobilismo Brasileiro, vejo o Omega carregado no caminhão. Um sorrisinho no canto na boca e o pensamento vem: Amanhã eu te pego!
Já no sábado e depois da maravilhosa experiência com o Kaimann - mesmo sem conseguir frear - , é hora do Omega.
Apesar de ser um carro de turismo, não é fácil entrar no cock pit, especialmente em função do Santo Antônio e da barra de direção, acrescendo-se o fato de se ter "cento e uns" quilos.
Devidamente posicionado no banco, coloco o cinto de 5 pontas, o volante de volta, uma regulada nos espelhos retrovisores e dou partida. O ronco do motor 6 cilindros sempre exerceu um fascínio incrível pra mim. Me arrepia até a alma quando um 'seis bocas' berra.
Piso na embreagem, engato a primeira, giro alto e saio. O tranco que o carro dá é pra lá de animador. Passo a 2ª marcha e o carro avisa que o "sistema é bruto", dando um pulo pra frente. Era isso que eu queria!
Já entrando na pista, uma espiada nos retrovisores, pé embaixo e 3ª, mais uma 'pancada' nas costas e 4ª. O carro balança a traseira dando-me o primeiro 'cartão de visitas'.
Nem percebi, mas já estou praticamente dentro da curva 1 e tenho que pisar no freio. O carro gruda no chão, os freios são pra lá de eficientes.
Em pouco mais de 400 metros já estou anestesiado: o motor é uma usina, o câmbio uma maravilha e os freios parecem 4 âncoras lançadas ao mar. Não podia ser melhor!
Mais um pouco de acelerador, curva 2, curva 3 e em seguida chego na 4, a "curva do radiador".
Já é hora de começar a 'medir forças' com o carro (tudo dentro da minha capacidade, sem fazer "ême").
Arrisco fazer a curva em 4ª e meio acelerador. A traseira me ameça com um revólver na cabeça, dizendo que assim não pode.
Ok, vamos para o "esse" com mais parcimônia. O carro responde bem e incrivelmente acerto na primeira volta, parecendo um vídeo game, com o carro indo no trilho certo, uma curva jogando dentro da outra.
Chega então a curva 9, a última do circuito, que graças a decência com que consegui contornar o "esse" ela me recebe de braços abertos e consigo fazê-la razoavelmente forte, podendo entrar na reta despejando toda a potência daqueles 6 cilindros.
A chegada ao final da longa reta já é com a camisa, macacão, luvas e balaclava completamente ensopadas de suor, pelo calor dentro do carro e principalmente pela adrenalina. Nessa hora não dá pra lembrar nem do próprio nome, tamanho o êxtase.
Dá vontade de não parar de acelerar, o carro pede mais, permite mais, mas a falta de experiência diz que é melhor recolher o pé, chamar no câmbio e nos freios e fazer tudo direitinho.
Assim que contorno a curva encontro alguém com o Fitti Vê pela frente (que não sei quem era). Aguardo ser visto, recebo o sinal de por onde devo passar e vou embora.
Em cada uma das 5 voltas que dei fui exigindo um pouco mais do carro, conhecendo melhor suas reações e gradativamente 'sugando' boa parte do que os pneus slick aro 18 ofereciam nas curvas.
Chego aos boxes com os braços e pernas moles, uma parte devido ao esforço e outra grande parte em função da adrenalina, que era lançada de balde dentro do corpo.
Pra resumir tudo, é muita potência com um prazer sem igual. Fiquei com gostinho de "quero mais" e mais maluco ainda pra andar com um desses na terra.
Que dia. Que final de semana. Quanta emoção. Foi só alegria!
Obrigado Paulo Trevisan!
PS: Amanhã conto a experiência com o Fórmula Ford JQ Reynard.

Fotos: Acervo pessoal Francis H. Trennepohl / João César (FNVA) / Acervo pessoal Claudio Ceregatti

Há vida longe do Gol (24)

O brusquense Marcos Malossi entrou para o Catarinense de Terra pilotando um Fiat 147 da Appel, com o número 13.
Conquistou alguns pódios e fez grandes apresentações com o bravo carrinho.
Marcos Malossi com seu Fiat 147 no grid em Joaçaba, em agosto de 1988.

Foto: Jornal Auto Pista (outubro de 1988) - Acervo pessoal Sidney Andrade

Desafio Poeira na Veia

Essa vai ser mais fácil que tirar doce da boca de criança.
Sem nenhuma dica, quero saber quem são os pilotos da imagem abaixo? Quero também o ano e a pista.
Mãos à obra!

sábado, 23 de janeiro de 2010

Blog Speed Day - Passo Fundo e Guaporé (VI)

A partir de hoje vou esmiuçar um pouco das minhas experiências com cada carro, já que nunca antes recebi tanto email perguntando sobre a sensação com cada uma daquelas relíquias.
Se a cabeça me ajudar, vou fazer na ordem cronológica dos que eu andei.
O primeiro deles foi o Fórmula Fiat Kaimann, mas vamos ao começo de tudo: a viagem.
Saímos daqui de Floripa com um pouco de atraso, e antes de completar 100 km de viagem o primeiro imprevisto. O João Henrique passou mal com 'balanço' do carro e soltou um 'jato' de vômito dentro do carro.
Quem tem filho sabe que a possibilidade de isso acontecer é grande, e quase sempre acontece.
Tivemos que parar para um 'pit stop' de quase 1 hora para limpar tudo, já que a 'lambuzeira' no carro foi grande.
Quando voltamos para a estrada, em menos de 2 minutos já pegamos uma imensa fila parada. Obras na estrada... Cerca de 20 minutos depois, pista liberada e uma fila gigantesca de caminhões pela frente.
Depois de algum tempo, paramos em Lages para o almoço, e estrada novamente. Mais 2 paradas por causa das obras, e mais atraso.
Por volta das 16: 30 chegamos em Passo Fundo (até que enfim!). Rápido 'pit stop' no hotel pra um banho e rumo ao
Museu do Automobilismo Brasileiro, onde já estava reunida toda a turma.
De lá novamente para o hotel para outro banho e depois um maravilhoso jantar oferecido pelo anfitrião Paulo Afonso Trevisan.
Perto da meia noite retornamos ao hotel. Outra 'romaria' para banho, ajeitar as coisas para o dia seguinte, checar emails e até cair na cama já devia ser quase 2 da manhã. O corpo estava morto, mas a cabeça se negava a desligar, e ficava repetindo: "o dia chegou, é hoje!".
Isso se repetiu a madrugada inteira, até o 'pequeno' João Henrique acordar e reclamar de alguma coisa. Em seguida dormiu, mas eu despertei novamente, e o tempo não passava mais.

O barulho na rua, a chuva que caiu durante a madrugada, os argentinos conversando alto pelos corredores do hotel, tudo era motivo pra mais agonia.
Tinha vontade de tirar todo mundo da cama e me mandar pra Guaporé, dormir no chão dos boxes mesmo. Não aguentava mais aquela tortura da espera.
5 e pouco da manhã o alarme me acorda em definitivo. Abro os olhos e o cérebro me diz: "É HOJE!". Até que enfim chegou o dia.
Vou tomar um banho, faço a barba, escovo os dentes, passo a mão nas minhas coisas e já deixo tudo na porta do quarto, prontinho pra sair. Falta só acordar a turma, tomar café da manhã e ir pra estrada. Alguns minutos depois, 'pit stop' pra gasolina e comprar água, bolacha e outras coisas pras crianças, mais uma paradinha na farmácia e 07:45 estamos na estrada.

Exatamente às 08:55 estamos embaixo do portal da cidade de Guaporé, uma cidade pequena e muito bonita.
Não ia pra lá desde 1998, e consegui lembrar de algumas coisas. Atravessar a cidade inteira e chegar no outro lado, onde está localizado o Autódromo, parece uma tortura. É quase mais longe que a estrada de Passo Fundo até Guaporé.

Em alguns minutos, às 09:02, o portal do Autódromo. Não morri, mas cheguei ao paraíso. Passamos por baixo do túnel e em seguida o portão dos boxes.
Nessa hora não sentia mais as mãos, os pés, o chão... Já estava em outra dimensão, e o que estava ali era o 'piloto automático' do cérebro.
Estaciono nos boxes, um 'bom dia' pra todo mundo, abro o porta malas e já vou em busca do macacão. Pego ele e vou para o banheiro me trocar, onde o "Mestre Joca" e o Jan Balder já estão devidamente 'paramentados' e contando histórias.
Na saída vejo aquela movimentação toda: carros roncando, Paulo Trevisan correndo de um lado pro outro com uma prancheta na mão, "Saloma", Ceregatti e Lucca já com seus macacões, Eric e Belair com seus capacetes na mão, assim como o Vicente. Dentro de um dos boxes o Zullino já a postos dentro do Fórmula Fiat Kaimann. O "Vitão" já dentro do Omega, e no box ao lado...

... Jan Balder já devidamente 'atado' no Polar que fora seu, com uma cara de menino encantado. O nó na garganta aparece e os olhos ficam marejados. Jan Balder com o Polar na pista novamente. Momento histórico, e eu estava lá!
Ao lado do Jan, "il commendatore' Claudio Ceregatti.
Assim que os primeiros carros começam a roncar forte, o João Henrique se assusta e chora um pouco, enquanto o Gabriel se diverte com a 'confusão' toda. Minha esposa Aglaís tá com 'cara de paisagem', sem acreditar em tudo que vê.
Os carros começar a ir pra pista, e em alguns segundos os primeiros já passam na reta, com os motores berr
ando: "Estamos vivos. Sejam bem vindos ao paraíso!".
Que sensação maravilhosa.
Assim que o Zullino pára nos boxes com o Kaimann, o Trevisan exclama: "Vai, Francis".
Nem pisquei, já pulei dentro do carro e me acomodei.
Uma checada nos comandos do carro...
... e alguns segundos depois percebo que sou muito grande pro carro e não consigo movimentar os pés. Escolhi acelerador e embreagem.
Saio dos boxes, já com os olhos marejados, passo a 2ª marcha e as lágrimas correm pelo rosto. Contorno o primeira curva, passo a terceira e faço o reconhecimento da pista na primeira volta. O traçado é uma delícia, parece que uma curva te joga dentro da outra, até a 9 (última curva da pista) te jogar dentro da grande reta.
Passo pela primeira vez em frente aos boxes. Procuro minha família pra um 'tchauzinho' e coloco a 4ª. Como não consigo movimentar os pés, paro de acelerar já no meio da reta e deixo o carro 'rolar' até a placa dos 100 metros, quando 'espeto' com cuidado a 3ª para reduzir, já que não tenho acesso aos freios.
Em seguida escuto um ronco forte, de motor 'nervoso'. Uma olhadinha pra trás e vejo o Polar Divisão 4 com Jan Balder ao volante. Um sinal com a mão indicando o lado pra ele passar e lá se vai o Jan com seu 'brinquedo' dos anos 70.
Novamente as lágrimas caem pelo rosto. Que honra, fui ultrapassado pelo Jan Balder com seu Polar!
Mais 2 voltas e já acelero mais forte. O cérebro avisa que é melhor parar, pois sem conseguir colocar o pé no freio, a chance de dar cagada é grande, e o carro tem um valor histórico gigantesco e não seria eu o responsável por carregar uma marca tão negativa na minha vida.
Automaticamente 'levanto o pé' do acelerador e dou uma última volta, prestando atenção nos detalhes do traçado, na beleza do circuito e principalmente nos detalhes do carro. O trabalho da suspensão, o 'rangido' que o chassi produz, a suavidade do motor.
É tudo uma delícia, um sonho!
E depois nos boxes foi só alegria. Jan Balder, Luiz "Saloma" Salomão, Reginaldo Vitullo ("Regi Nat Rock") lá atrás, eu e o Joaquim Lopes ("Mestre Joca").
Amanhã conto a experiência com Omega.
PS: No Blog do Saloma, no Blog do Sanco, no Blog do Mestre Joca e no Blog do Zullino tem mais imagens e relatos do final de semana. Vale a pena e eu recomendo a leitura.

Fotos: Acervo pessoal Francis H. Trennepohl

Há vida longe do Gol (23)

O curitibano Gilson Reikdal optou por estrear com o modelo Passat nas pistas do Paraná e de Santa Catarina, sendo que aqui só fez algumas apresentações, porém brilhantes.
Gilson Reikdal com o Passat 113 da Reigil Escapamentos.

Foto: Jornal Auto Pista (abril de 1989) - Acervo pessoal Sidney Andrade

O Som da Poeira

Hoje tem show do Eagle Eye Cherry aqui em Floripa. Infelizmente não irei, então pra dar um gostinho são eles os responsáveis pelo "som da poeira" hoje, com "Save Tonight".

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

Blog Speed Day - Passo Fundo e Guaporé (V)

Há exatamente 1 semana atrás a essa hora eu minha 'tropa' já estávamos saindo para a estrada rumo a Passo Fundo.
Os dias que antecederam a viagem foram quase que torturantes. O tempo não passava, o relógio parecia estar parado, e agora já faz 1 semana que tudo aconteceu.
O Paulo Trevisan recebeu os convidados no Museu do Automobilismo Brasileiro, e como sempre, tratou a todos com extrema educação, respeito, hospitalidade e atenção.
Quem esteve no "PoeirasTur" no final de Outubro do ano passado ou em algum outro evento com o Paulo sabe do que estou falando. Nem parece que ele é brasileiro.
Aliás, se tivéssemos mais uns 180 milhões de pessoas nesse Brasil varonil com a educação, o respeito, a fibra e a inquietude do Paulo, não tenho a menor dúvida que seríamos o melhor país do mundo.

Infelizmente não dá pra esperar muito de um povo que na média é vagabundo, preguiçoso, que se nega a "gostar" de política (leia-se ENTENDER, na essência da palavra) e que é PHD em futebol.
Não quero entrar nesse assunto porque é capaz de aparecer uns 'pára-quedistas' acéfalos que nunca entraram no POEIRA NA VEIA e vão querer dar lição de moral com as cuecas nas mãos, então deixa pra lá.
Divirtam-se com mais algumas imagens do final de semana inesquecível. E ainda mais!
O Paulo dando uma aula de história ao lado do Fórmula Júnior DKW...
... e os alunos ligados no papo.
Enquanto isso meus filhos Gabriel e João Henrique registravam o momento fazendo pose ao lado 'Deka' do pseudo-piloto-jornalista-falso-soviético-socialista-e-braço-duro-demais Flavio Gomes.
Também aproveitaram para posar a lado da Carretera 9, 'xodó' do Paulo Trevisan.
A turma reunida no excelente jantar na noite de sexta...
... e sábado pela manhã a visão do paraíso: a curva 1 do Autódromo de Guaporé. Uma delícia!
Seria "Claudio Ceregaldi" ou "Emerson Fittigatti"?
Minha vez de ir pra pista com o Aldee. Fui...
... e quem foi também, só que de Karmann Ghia Porsche Dacon foi o grande Jan Balder.
A alegria pregada na cara do anfitrião do evento, Paulo Afonso Trevisan, de macacão preto.
Valeu Paulo, obrigado!


Eu com o Fórmula Fiat Kaimann, sendo "engolido" pelo Omega com Armando "Belair" ao volante. Mais atrás Joaquim Lopes ("Mestre Joca") com o Karmann Guia Porsche Dacon.
O vídeo foi feito pelo Rodrigo Daprá.

Depois de mim, foi a vez do Leandro Sanco sentir o prazeroso gostinho do Aldee.
PS: No Blog do Saloma, no Blog do Sanco, no Blog do Mestre Joca e no Blog do Zullino tem mais imagens e relatos do final de semana. Vale a pena e eu recomendo a leitura.

Fotos: Acervo pessoal Francis H. Trennepohl

Há vida longe do Gol (22)

O joinvillense Edson Gohr fez sua estreia no Catarinense de Terra com o Fusca 22 da Tigre.
Gohr finalizou a temporada de 1987 conquistando a 3ª colocação geral na Marcas.
Também participou da "1.600cc Turbo" em 1988, com um Gol.

Gohr com o Fusca 22 da Tigre em Lages.

Foto: Jornal Auto Pista (setembro de 1987) - Acervo pessoal Sidney Andrade

Leitura OBRIGATÓRIA!

Foi publicada no site Grande Prêmio uma excelente entrevista com Ricardo Divila, um dos magos da construção de carros de corrida no Brasil e em várias partes do mundo.
O Divila é um daqueles injustiçados no Brasil, aonde na minha modesta opinião jamais teve (ou pouco teve) o reconhecimento que merecia e merece.
A entrevista completa está aqui, e vale a pena cada linha dela.
Parabéns ao Ricardo Divila pela brilhante carreira!

Ricardo Divila, um dos nomes mais comentados em Passo Fundo e Guaporé durante o final de semana.
Esse cara é motivo de orgulho pra quem curte a velocidade.

Foto: Site Grande Prêmio

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Blog Speed Day - Passo Fundo e Guaporé (IV)

Depois de uma dose tão cavalar de alegria, emoção e adrenalina, a volta a realidade é a parte mais dura de tudo.
Mesmo ainda estando em completo e total estado de graça, a chatice do dia a dia se tornou mais sem cor, sem som e sem vida depois de tudo o que aconteceu em Passo Fundo e Guaporé.

Um filósofo sábio - e provavelmente bêbado - já dizia: "Tudo que é bom dura pouco".
Infelizmente é verdade, mas a vida é assim, e o que mais importa nessa vida é a vida que levamos e as coisas que fazemos.
Divirtam-se com mais algumas imagens do final de semana inesquecível. E vem mais, muito mais!
Na entrada do Autódromo de Guaporé uma escultura com o desenho da pista, que diga-se de passagem é um delícia. É pé no assoalho o tempo inteiro!
Ter o prazer de sentar num carro que foi do Emerson Fittipaldi já é um teste pro coração. Pilotá-lo então... Minha cara diz tudo, ou pelo menos uma boa parte.
E como a ocasião era pra lá de especial, nada melhor que estrear um "kit" novo: capacete, macacão, luva, sapatilha, balaclava, meia e cueca. Sim, até a cueca era nova!
A única coisa que não era 'zero bala' era a camiseta, pois era uma camiseta do histórico encontro das Carreteras, organizado pelo próprio Paulo Trevisan em Passo Fundo em 2007.

"Família unida jamais será vencida!". Só eu sei como a alegria desse dia foi redobrada por ter os meus comigo, partilhando de um momento sublime e histórico.
É privilégio de poucos, e eu tive!
Faltou só minha mãe, minha grande incentivadora, mas tenho certeza que lá do céu ela estava vendo e com um sorrisão na cara também.

É hora do meu momento "Emerson": vamos para a pista!
Esse carro é uma delícia de guiar.

Mais tarde andei com o Aldee. Aí o "sistema é bruto" mesmo.

Aqui dá pra ter uma breve noção de como o Aldee é rápido.
O Leandro Sanco em entrevista ao Marcos Moschetta, do Speed Channel. Falou muito bem, emocionado e emocionando. Mereceu aplausos da turma ao final da entrevista.
Guilherme (o "mineirim quietim" do Speed), Lucca Furquim, eu, Claudio Ceregatti e Leandro Sanco. Na frente os meus pimpolhos João Henrique e Gabriel.
Antônio Seabra, Claudio Ceregatti e Luiz "Saloma" Salomão trocando impressões sobre os carros.
Eu e Jan Balder com meus filhos João Henrique e Gabriel.
Eles ainda não fazem idéia do valor desse registro, mas um dia saberão, e essa foto ficará guardada pra sempre!
Vicente Miranda com o Paulo Trevisan, e atrás o Roberto Zullino fazendo 'chifrinho' no Vicente.
Clima de descontração e alegria sempre, além das tradicionais gozações.

Armando "Belair" tentando explicar pro Paulo Trevisan porque fez o motor do Omega ir até 'trocentos' mil giros.
Ô Belair, Omega não é kart. Não pode tentar levar até 18 mil RPM...

A boa turma reunida. Da esquerda para a direita, em pé, estão João César, os outros dois não lembro do nome, Guilherme (Speed), Anselmo Martini, Leandro Sanco, Luiz "Saloma" Salomão, Paulo Afonso Trevisan, Jan Balder, Vicente Miranda com sua esposa Denise, Eric Darwich, Reginaldo Vitullo ("Regi Nat Rock"), Victor Lagrotta ("Vitão"), Rodrigo Daprá, eu, minha esposa Aglaís com o João Henrique no colo e o Armando "Belair".
Na turma dos agachados estão, da esquerda para a direita, Lucca Furquim, o outro não lembro quem é, Graeff, o do lado também não lembro o nome, o outro Graeff, Rafael Aun, Antônio Seabra, Joaquim Lopes ("Mestre Joca"), Roberto Zullino, Tereza Balder (esposa do Jan) e o Gabriel.
Faltou o nobre comendador Claudio Ceregatti, que neste momento vagava a pé pela pista, derramando lágrimas e agradecendo aos deuses da velocidade pelo formidável dia.

E pra fechar com chave de ouro, algumas palavras do Jan Balder sentado no Polar que fora seu nos anos 70.
Quem fez o vídeo foi o Anselmo Martini.
PS: No Blog do Saloma, no Blog do Sanco, no Blog do Mestre Joca e no Blog do Zullino tem mais imagens e relatos do final de semana. Vale a pena e eu recomendo a leitura.

Fotos: Acervo pessoal Francis H. Trennepohl

Há vida longe do Gol (21)

O piloto de Curitibanos José Dacol também iniciou sua carreira no Catarinense de Automobilismo com um Passat, fazendo sempre belas apresentações.
José Dacol com o Passat 93 da Rotina Competições em Mafra, alinhado no grid.

Foto: Acervo pessoal Edison Dacol

Resumo do Catarinense 2009 em vídeo

Um breve resumo do Catarinense 2009 em vídeo.